Quarta-feira, 24 de Junho de 2009

:(


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Segunda-feira, 15 de Junho de 2009

What a difference a day made - Jamie Cullum

A propósito do post passado, aqui vai a obra-prima inspiradora...

Nunca deixe pra amanhã o que você pode fazer depois de amanhã...

Que diferença faz um dia lá ou cá? Tanto faz, não faz? Um diazinho. Longe ou perto, um dia, um dia não muda nada. Nunca mudou. Deus que é deus precisou de seis deles. Isso porque aquele último dia só servia pra descansar, e remoer o fato de que na segunda começaria tudo de novo. Um dia só não faz verão. Nunca fez. Jack Bauer que é Jack Bauer, espécie de Mcgyver contemporâneo, divide suas vinte e quatro horas em vinte quatro dias, uma hora pra cada dia. Não cabem nem as 24 horas de Jack Bauer num dia! Se eu bem me lembro, em um dia nem têm 24 horas (seriam 23h56min4s). Pensando bem, esses 3 min e 56 segundos a menos dão à Terra um dia bônus a cada quatro anos. Mas o que seria melhor: aproveitar esses minutos imperceptivelmente todos os dias ou usá-los ao mesmo tempo num só dia de quatro em quatro anos, tipo carpe diem!? Ir hoje tem a vantagem de chegar antes ao destino. Ir amanhã tem a vantagem de ficar mais onde se está. Toda viagem sofre esse tipo de dilema: aproveitar ao máximo onde nos encontramos ou mudar logo de ares pra se adaptar o quanto antes ao habitat que nos espera? Sofrer com as perdas do que se está a abandonar é quase tão doloroso quanto o sofrimento das mutilações que temos de fazer para nos modelarmos o mais rapidamente ao espaço para o qual nos mudaremos. Mesmo quando é temporário, é necessário cortar da própria carne. Adequar-se é equilibrar-se na corda bamba de estar entre continuar a carregar o fardo da personalidade que apresentamos ao mundo e o ridículo de abandonar incontáveis princípios e ideologias apenas para parecer mais agradável. E ser aceito. Ninguém convive pacificamente com o ostracismo, com a ignorância alheia, com o desprezo. “O amor é importante, porra!”, diria o grafiteiro digno de Borges. Todos querem ser olhados atentamente. Lá e cá. Por isso a dúvida. Cambiar o certo pelo duvidoso é sempre... duvidoso. Amanhã decido, foda-se.  

Terça-feira, 5 de Maio de 2009

Questão de interpretação...

Ex-Aluno da turma "Direito UFMS 2008" mostra que sabe pegar na cobra...





E pra quem não reconheceu o Dr. Indiana Jones:


Não sei onde ensinam essas coisas, mas não é no bloco 6....

Do blog "Bola nas Costas"



Que desagradável hein...

Quarta-feira, 29 de Abril de 2009

"Hodiernidades"

- Quer que eu vá?
(Nunca precisou de uma deixa dessas pra dizer logo um 'já vai tarde' eufêmico. Mas, estranhamente, com aquele mancebo preferiu mudar de idéia.)
-Não, fica.
- Você dorme de lá ou de cá?
(Há tempos não precisava escolher uma lado. Gostava mesmo era da cama inteira...)
- Pode escolher.
-Fico aqui. Quer que eu te abrace?
(Num calor como o que fazia naquele buraco urbanizado que insistiram em civilizar até que cidade fosse, jamais havia considerado aumentar sua temperatura corporal ainda mais, mas em se tratando da Carençolândia em que vivia...)
- Quero. (Já sonâmbula).
-Você ronca?
- Você se incomoda? (Ficando alerta novamente).
- Não. Até prefiro. Minha mãe roncava. Então, sempre prefiro quem ronque, pra me sentir mais acolhido à noite.
-Hum.
- Posso te pedir outra coisa?
- Pode. (Já contrariada).
- Deixa a luz do banheiro acesa. Não consigo dormir no escuro absoluto.
- Eu só consigo dormir no escuro absoluto! E no silêncio absoluto! E em 100% da cama!
- Então você quer que eu vá?

O grande risco que correm as relações entre homem e mulher é esse: o risco do surgimento!
Até então é só um mineirismo, de come quieto pra lá, come quieto pra cá e nada de ninguém ficar sabendo. Oficialmente. Mas paralelamente todo mundo comenta. Dá moral. O grande perigo é de um lado ou de outro insurgir a temida exigência das "mãos dadas". É a morte. Do relacionamento. Que nem nascido era. Natimorto.

Aquela tradição de que é normalmente a mulher quem tenta dar início à coisa séria é obsolescência prosaica. Hoje tem muito mais machão por aí chorando a falta da mamãe, que o contrário. O mulherengo pega todas: baixas, altas, gordas, magras, morenas, loiras, ruivas, contagiosas, venéreas, e por aí vai. Mas deixa achar uma desfilável. Se for de idiossincrasias similares às da mamma, então, danou-se. Ah, se não danou... Vira um nojo. Um grude. Até a rapariga atualizar de vez o relacionamento no saite de relacionamentos mais próximo de você.

P.S.: O textículo acima é inspirado na obra-prima abaixo, de Xico Sá.

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XÍCARA

- Você toma com ou sem açúcar?

Era tudo que tinham para conversar naquela manhã.

- Com açúcar.

Como ele tomava sem açúcar, açúcar não tinha.

Nem adoçante.

Ela pegou a xícara na mão, com gosto, reclamou que logo naquele dia estava com a pior das suas calcinhas _é bege!, não gosto, mas tive que usar essa por causa do vestido semi-transparente_, algo assim ela disse.

-É ótimo sem açúcar!

Os dois haviam dançado e beijado na pista na boate. Ou no clube, como chamam.

Não haviam trocado uma só palavra, não careciam, não são poetas, não se ouve o que se fala nestes lugares, melhor ainda.

-Saco esse tal de minimal techno – ela, viciada no gênero, disse também para agradá-lo. –Plip-plop,plip-plop a noite inteira.

Nunca mais se viram.

Ela nunca mais tomou café com açúcar, mas só lembrou do cara anteontem porque estava se achando um tanto quanto dadeira demais da conta e foi passar a régua na coivara de homens para saber com quantos ficara naquele semestre letivo.

Todos com camisinha, ufa, que alívio, duas brochadas fenomenais, petite mort que é bom apenas uma que valesse ser lembrada.

Na oportunidade de tal contagem, ela também lembrou da falta mínima de gentileza dos mancebos: apenas 33,3% deles lhe ofereceram café-com-ou-sem-açúcar. 66% deles disseram “A GENTE SE VÊ!”, como se ela se importasse com isso.

Os que foram na sua casa e ficaram até de manhã saíram de banho tomado e sorrisos do sucrilhos dos campeões. E ela disse a todos, civilizadamente, como o corvo do tio Edgar A. Poe: “NEVER MORE”.

Terça-feira, 28 de Abril de 2009

E esse, Simon? (Parte 2)



Que beleza!

Quinta-feira, 23 de Abril de 2009

Nada como um elogio sincero...

Dagoberto e Jean 2 x 0 América de Cali



O ABC do tricolor:

a) Lateral direito "de ofício" é coisa de time sem estrutura...
b) Substituições só podem ser feitas quando o time estiver ganhando...
c) Mas o mais alto do time jamais poderá ser substituído...

O professor Muricy se gaba que o seu trabalho é no dia-a-dia... Sugiro, então, ao SPFC ,que contrate um técnico pra atuar nos dias de jogo, fazendo loucuras como substituir os jogadores quando o time estiver perdendo em casa (com 3 zagueiros e dois atacantes fixos) e o adversário não tiver a mínima vontade de agredir...

Dá pra ser campeão da Libertadores com esse futebolzinho?

Terça-feira, 21 de Abril de 2009

Religião é besteira...



But he loves you!

O surpreendente domingo no Morumbi...

[/mode ironic on] Um tapa na cara daqueles que dizem que o Muricy não é ousado! [/mode ironic off]. Primeiro abandonou qualquer cautela e cravou os finalistas do Paulistão: São Paulo e Palmeiras! Depois, quando todos pensavam que escalaria Diniz, Joílson ou Wellington Mineiro na ala, lá estava Dagoberto.

Pouco feliz, no entanto, o comandante tricolor.

Não apenas errou os dois finalistas (e olha que a chance de acertar ao menos um era de 75%), como a mudança tática não trouxe maiores benefícios. Dagoberto ficou muito preso e longe demais do gol, onde poderia criar uma jogada diferente e (fingindo que o faria se tivesse a chance) tocar a bola para Borges fazer o gol ou Washinton quase conseguir chutar antes da marcação chegar.

Independente de qualquer pseudo-análise tática, o SPFC até que jogava direitinho, naquele seu futebolzinho burocrático de sempre, que acaba ganhando com um gol de bola parada, e o jogo estava equilibrado, a balança não pendia para qualquer dos lados, até que Ronaldo desequilibrou.

Fez uma linda inversão para o Jorge Henrique no primeiro gol e, no segundo, correu mais que o zagueiro (surpreendente!) e tocou com categoria na saída do goleiro (é o Ronaldo...).

E aí o São Paulo desmontou. Faltando ainda meia hora de jogo o time do Morumbi “bambiou”. Apenas um jogador corria, tentava, marcava... Dagoberto. O professor Muricy, por sua vez, parecia atônito como o resto do time, sem ter idéia do próximo passo, sem saber o que mudar para que o time ao menos tentasse uma improvável reação.

Tirou Dagoberto (!) e colocou o ótimo garoto Wellington Mineiro, e nada mais fez.
Poderia tirar o grandalhão Washinton ou um dos três zagueiros, poderia gritar, motivar, convocar a torcida a ajudar o time... optou pela omissão.

Confesso que, se presente no Morumbi, gritaria "raça!", "Fora Muricy!" (na verdade não teria colhões para tanto, pois seria linchado pelos irmãos são-paulinos), "Time sem vergonha...". Mas não. A massa foi mais hábil. Não esboçou sequer uma vaia. Cantou, aplaudiu e fez festa. A consciência coletiva tricolor sabe que o que importa é a Libertadores, deixada de lado quando os reservas jogaram na Colômbia na semana passada, mas que é o grande e improvável objetivo da temporada.

Assim como Muricy, a torcida tricolor surpreendeu. Muito inteligente, no entanto, a atitude da última, já que qualquer motivador meia-boca vai dizer que é muito melhor apoiar do que criticar, aumentar ao invés de baixar a moral dos jogadores. Que venha, então, o restante do torneio continental e que cada jogador que tenha listras tricolores no peito corra como nunca, para premiar a torcida com uma nova festa no Morumbi, mas desta vez com taça e volta olímpica.

Quanto ao professor, ganhando ou perdendo a libertadores, parece que não há limites para a generosidade daqueles que devem julgar seu trabalho. Eu, sabendo que não serei ouvido, grito há muito tempo: Fora Muricy!

Segunda-feira, 20 de Abril de 2009

Suzan Boyle



Mais vídeos legendados? My Name Is


Moral da história: nunca marque um encontro com a "gostosa" do tele-sexo.

E o que a Eliana está fazendo lá?!

Domingo, 19 de Abril de 2009

Quando o porquinho é o vilão...



Tá bom... o Diego Souza foi burro... ele é profissional e agora vai pegar um gancho exemplar...

Agora... dá pra entender a reação do cara né... seu time é favorito e está perdendo, o treinador do outro time coloca um cara só pra vc dar uma porrada nele e ser expulso... vc não faz absolutamente nada e o árbitro efetivamente te expulsa... continua não fazendo nada e o FDP cai simulando agressão...

É pra perder a cabeça mesmo... E concordo com o Diego Souza quando diz que o Domingos foi covarde... pode ter sido malandro, mas não foi homem de peitar depois que provocou...

Enfim, o Diego tem que ser suspenso (como será!), mas acho que foi o menos errado dos três.

Domingos provocou, simulou e causou toda a confusão, e por isso também deveria ser punido, assim como o Vágner Mancini, desde que se comprove que foi o mentor intelectual do tumulto (pouco inteligente, pois a classificação estava praticamente garantida e ele pode precisar do jogador na final), o que, com todas as câmeras que estavam à disposição, não deve ser tão complicado.

A provocação faz parte do jogo, mas atitudes antidesportivas devem ser coibidas.

Quarta-feira, 25 de Março de 2009

Metaaaal!



"Burn in hell, Jesus!

Quinta-feira, 19 de Março de 2009

O poderoso "Destronger"...



Não entendeu? Então conheça o site do "Destronger", da Bolívia, clicando aqui.

E se quiser ler a matéria clique aqui.

E viva os estagiários do Brasil!

Sexta-feira, 13 de Março de 2009

Em órbita...

Sábado, 28 de Fevereiro de 2009

Comentaristas do Sportv fora do ar...

Pra quem não viu no kibeloco:










"Quer dizer então que a libertadores nunca teve graça né?"

Se você quer, você pode!



Everything is Possible - video powered by Metacafe


Você, eu não...

Terça-feira, 24 de Fevereiro de 2009

Pra que tu me seduz?



Seu Madruga feat. Tiririca
Florentina (Dona Florinda)